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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Fábulas

            O GATO E O RATO

   
    Era uma vez, o Rata que morava em um buraco, em uma casa que havia um gato.
    Ele estava com muito medo, mas criou coragem e foi logo chegando lá , teve uma ideia como o gato era tao dorminhoco mas se ele se esforçasse ele poderia ir até a mesa e pegar uma rodela de queijo.E o gato disse:
    - EU VOU FICAR BEM FORTE E O GATO FICARÁ COM MEDO !
    Ele então comeu bastante queijo. Mas tudo foi por água abaixo porque o gato segurou o rabo do rato e nunca mais comeu queijo, e nem voltou para o buraco.

Gustao Borges e Leonardo

Fábulas

            O GATO E O RATO

   
    Era uma vez, o Rata que morava em um buraco, em uma casa que havia um gato.
    Ele estava com muito medo, mas criou coragem e foi logo chegando lá , teve uma ideia como o gato era tao dorminhoco mas se ele se esforçasse ele poderia ir até a mesa e pegar uma rodela de queijo.E o gato disse:
    - EU VOU FICAR BEM FORTE E O GATO FICARÁ COM MEDO !
    Ele então comeu bastante queijo. Mas tudo foi por água abaixo porque o gato segurou o rabo do rato e nunca mais comeu queijo, e nem voltou para o buraco.
Gustavo Borges, Leonardo

Fábulas

    A Minhoca e o Caranguejo
,    Uma vez tinha um Caranguejo que vivia afrontando a Minhoca falando que ela não escaparia de qualquer dia ser comida por um peixe.   
    Um dia a Minhoca armou uma enrascada para o Caranguejo,mas sua ideia deu errada pois foi ela quem caiu no buraco então bolou outra idéia para pegar ele de vez.     Então o tal dia chegou a pegada era feia para pegar o Caranguejo.A Minhoca de novo caiu ficando no buraco cheio de merdas por dois dias.   
    Certo dia, de tanto tentar, a Minhoca desistiu de vingança até que um dia chegou uma Galinha e disse:
    - Deixe tudo isso de lado que um dia a volta vem - falou.
    E o Caranguejo acabou sendo comido por um grande Peixe e nisso a Minhoca falou:
    - Pois não era voce que vivia dizendo que era eu que iria ser comida por um Peixe? Toma papudo.   
    Moral:Não devemos ser mais que os outros.         

Willian Bento

Fábulas

A girafa e o Elefante

    Certo dia de Primavera uma Girafa chamada Lupita queria arranjar um namorado. Convidou suas amigas para ir ao Shopping tentar achar um namorado caminharam horas e fizeram muitas compras até que, de repente, quando estavam saindo do shopping, Lupita ficou fascinada com o guarda que era um Elefante, e ela parou e falou:
- Olá bonitão como você se chama?
- Olá eu sou Robert!
- Você tem namorada?
- Garota eu estou a trabalho naum a namoro!
Ela levou um fóra do elefante mas não desistiu,
de conseguir seu amor. Depois que o shopping fechou ela foi atrás dele conversaram foram a varios encontros romanticos e então começaram a namorar e depois de 1 ano resolveram casar-se.
No dia do casamento Robert estava esperando
Lupita na Igreja mas ela não apareceu desistiu de casar com ele. Daquele dia em diante ela nunca mais saiu de sua casa com vergonha.

Moral: Se você gosta deuma pessoa não despreze-a.

Matheus e Débora

Criação de Fábulas

Hoje serão postadas no Blog fábulas criadas pelos alunos, 6º ano, turma 63

Criação de Fábulas

Hoje serão postadas no Blog fábulas criadas pelos alunos, 6º ano, turma 63

terça-feira, 12 de abril de 2011

Projeto

PROJETO EDUCAÇÃO E CULTURA NEGRA

1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO:
Tema: Educação e Diversidade cultural.
Tempo de execução: abril e maio de 2011.
Característica: Projeto interdisciplinar, envolvendo História, Língua
Portuguesa, Geografia, Artes e Educação Física.

1.1. BLOCO TEMÁTICO:
História, Cultura e Diversidade: Quais as coisas que fazem parte da cultura brasileira que se adquiriu por influência africana?
Ser humano, Direitos humanos e Igualdade: Como o negro é visto dentro da nossa sociedade?
Educação, ética e etnia: Valorização e respeito da nossa própria identidade.

1.2. CONTEÚDO FOCO:
            O projeto tem o objetivo de trabalhar com a consciência sobre a importância do Negro para a constituição e identidade da nação brasileira, principalmente do respeito à diversidade humana e a abominação do racismo e do preconceito, desenvolvido por meio de um processo educativo do debate, do entorno, buscando nas nossas próprias raízes a herança biológica e/ou cultural trazida pela influência africana.
LÍNGUA PORTUGUESA
            Inicialmente, será conduzido a partir da análise de contos de fadas e a presença de negros encerrando essa etapa com o visionamento de um conto de fadas onde a principal personagem é uma princesa negra. O trabalho terá continuidade com a leitura de lendas africanas e criação de HQ’s. Após, serão apresentadas palavras que fazem parte do vocabulário da língua portuguesa que são de origem africana a partir de quadrinhas de capoeira.
HISTÓRIA/GEOGRAFIA
Formação do povo gaúcho e contribuição dos negros nessa constituição do Rio Grande do Sul.
EDUCAÇÃO FÍSICA
Aula de capoeira e apresentação de um grupo.
ARTES
Estudo de pintura tribal africana e confecção de máscaras típicas (uso dos lap-tops).

1.3. CICLO E SÉRIE A QUE SE DESTINA:
Este projeto se destina ao 6º ano do Ensino Fundamental

2. PROBLEMA:
Historicamente, o Brasil, no aspecto legal, teve uma postura ativa e permissiva diante da discriminação e do racismo que atinge a população afro-descendente brasileira até hoje. Nesse sentido, ao analisar os dados que apontam as desigualdades entre brancos e negros, constatou-se a necessidade de políticas específicas que revertam o atual quadro.
No campo da educação, promover uma educação ética, voltada para o respeito e convívio harmônico com a diversidade deve-se partir de temáticas significativas do ponto de vista ético, propiciando condições desde a mais tenra idade, para que os alunos e alunas desenvolvam sua capacidade dialógica, tomem consciência de nossas próprias raízes históricas que ajudaram e ajudam a constituir a cultura e formar a nação brasileira, pois, o preconceito e o racismo são uma das formas de violência, diante disso, quais as situações que temos possibilidades de mudar? Qual seria a nossa contribuição concreta para viabilizar a conscientização das pessoas?

3. JUSTIFICATIVA:
Levando-se em conta a questão de preconceito racial e desvalorização do negro em nossa sociedade, historicamente rechaçado como cidadão, busca-se realizar um trabalho permanente em sala de aula, durante a constituição de competências e habilidades, que possibilite aos alunos perceber a manifestação histórica de negros no cotidiano, debatendo e refletindo sobre as diferenças não só raciais, mas em todas as dimensões, oportunizando atividades que permitam a discussão e o debate sobre as diferenças raciais e a importância de cada um no processo de construção de nosso país, estado e comunidade. Com este trabalho espera-se sensibilizar os alunos relativamente a valorização do ser humano, ultrapassando as fronteiras da violência, do preconceito e do racismo.

4. OBJETIVOS:

- Entender e valorizar a identidade da criança negra;
- Redescobrir a cultura negra, embranquecida pelo tempo;
- Trazer à tona, discussões provocantes, por meio das rodas de conversa, para um posicionamento mais crítico frente à realidade social em que vivemos.
- Sensibilizar os alunos para a conscientização da importância e valor da cultura africana/afrodescendente na constituição da sociedade brasileira;

5. DESENVOLVIMENTO:
            O desenvolvimento do projeto estará em consonância com os temas citados e será feito de acordo com as necessidades da turma e a realidade local, estabelecendo o problema e a proposta de conteúdo para a classe. O tema será desenvolvido na sala de aula por meio de atividades para a sua exploração, sistematização e para a conclusão dos trabalhos. Os alunos devem fazer observações diretas no entorno familiar, observações indiretas em ilustrações e/ou vídeos, experimentações e leituras. Para tanto vamos utilizar:
- Livro: Berimbau Mandou te chamar, organizado por Bia Hetzel, ed. Manati;
- Livro: “Declaração Universal dos direitos humanos” – adaptação Ruth Rocha e Otávio Roth, 2003;
- Livros: Contos ao Redor da Floresta, de Rogério Andrade Barbosa, ed. Nova Fronteira.
- Filmes: A princesa e o sapo, Disney e Xuxa em o Mistério de Feiurinha, Globo
- Ilustração dos contos: Kumbu, o menino da floresta sagrada e Buanga, a noiva da chuva
- Roda de capoeira
- Pesquisa na internet: pintura tribal africana e máscaras africanas


Atividades:
- Momento ler: leitura do livro Berimbau mandou te chamar com recriação de rimas;
- Roda de Leitura: Contos ao redor da fogueira;
- Ilustração dos Contos ao redor da fogueira em grupo e por partes;
- Sessão de cinema: A princesa e o sapo e Xuxa em o Mistério de Feiurinha
- Discussão sobre o filme (como é tratada a personagem negra no longo de animação)
- Confeccionar cartazes – recorte, pintura e colagem - com fotos de revistas que tratam da diversidade étnica brasileira e a cultura do negro;
- Visionamento da animação Kiriku e a feiticeira (?)

Realizar brincadeiras e jogos infantis:
- Construção de uma máscara africana com papietage, gaze gessada ou durepoxi.
- Usando uma caixa de geladeira com um furinho para os olhos e expor dentro as máscaras criadas para expor a constituição do preconceito velado.

6. FECHAMENTO DO PROJETO:
6.1. RESULTADOS ESPERADOS:
- Apropriação de diversos saberes, além da conscientização sobre temas
relevantes como legislação, tolerância, direitos e deveres etc.;
- Desenvolvimento de valores – conceitos e procedimentos;
- Apropriação de novas aprendizagens, a partir de reflexões e esclarecimentos
sobre outras culturas.

No final, sempre com a orientação do professor, os alunos deverão organizar os conhecimentos que adquiriram, fazendo registros de suas atividades, com desenhos, esquemas, confecções, painéis, textos, etc. E durante essas atividades várias atitudes e valores éticos e humanos podem ser trabalhados para a consolidação do conteúdo foco.

7. AVALIAÇÃO:
            A avaliação acontecerá em qualquer momento do processo educativo, de forma contínua e diagnóstica; com a intenção primordial de rever a própria prática docente criando novas possibilidades para estimular os alunos a desenvolverem-se suas potencialidades levando em conta, principalmente, os avanços individuais dentro da coletividade e a participação no desenvolvimento de todas as atividades (de acordo com as peculiaridades de cada aluno) no decorrer do projeto.

8. CONSIDERAÇÕES FINAIS:
O trabalho de educação anti-racista deve começar cedo. A criança negra ou indígena precisa se ver como negra ou indígena e aprender a respeitar a imagem que tem de si mesmo e ter modelos que confirmem essa expectativa.
O projeto visa à alegria e à majestade da cultura africana e indígena, tudo como deve ser, sem constrangimentos nem equívocos.
Portanto, este projeto trata-se de uma proposta construída, mas não acabada e estará sujeito a mudanças de acordo com o cotidiano em sala de aula.
9. REFERÊNCIAS PARA DESENVOLVIMENTO DO TEMA COM AS
CRIANÇAS:
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das relações Étnico– Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Brasília: MEC, 2005. 35p.
Revista Nova Escola. Vários autores. São Paulo-SP – edição de Nov. 2004 e
2005.
ROCHA. Ruth. ROTH. Otávio. Declaração universal dos direitos humanos. São Paulo- SP, 2004. @ <http://www.portinari.org.com.br>